Eclipse Solar de 21 de agosto

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Por Cássio Renato Santos

No dia 21 de agosto ocorrerá um eclipse solar visível nos Estado Unidos, oeste da Europa, nordeste da Ásia, noroeste da África e grande parte da América do Sul, Pacífico, Atlântico e Ártico. Porém, somente em algumas regiões dos Estados Unidos será possível ver o Sol completamente coberto pela Lua, um eclipse total.
A faixa escura destaca as regiões do Estados Unidos em que o eclipse será total.
Fonte: NASA
Nas outras regiões, como grande parte do Brasil (especialmente o norte e nordeste), a luz do Sol será bloqueada apenas parcialmente (eclipse solar parcial). Isto é, em algumas regiões dos Estados Unidos, a Lua irá bloquear a passagem de luz proveniente do Sol, fazendo o dia virar noite por um período de aproximadamente 2min enquanto que, no Brasil, a Lua irá bloquear a luz solar somente de forma parcial, dando ao Sol um aspecto de Lua Crescente quando visto durante o eclipse. Em outras partes do território estadunidense também será possível ver o eclipse solar parcial.
Progresso de um eclipse solar total.
Fonte: NASA
Um eclipse solar acontece quando a Lua se interpõem entre a Terra e o Sol de forma que este alinhamento esteja visível em uma região que é dia na Terra. Dessa forma, a Lua bloqueia a luz solar.
Devido a esta posição da Lua, uma sombra dela é projetada sobre a Terra. Esta sombra apresenta duas partes: a umbra (região escura) e penumbra (região parcialmente iluminada). Devido ao movimento de rotação de nosso planeta, a sombra “varre” algumas regiões de modo que quem está por onde passa a umbra, observa um eclipse solar total e quem está na região por onde passa a penumbra, observa um eclipse solar parcial.
Lua interposta entre a Terra e o Sol: destaque para a umbra e penumbra da sombra da Lua projetada na Terra.
Fonte: CNN/Judson Jones
A animação a seguir mostra a dinâmica do fenômeno observando o sistema Sol-Terra-Lua.
Fonte: NASA
Outro tipo de eclipse solar que pode acontecer é o eclipse anular (ou anelar). Que acontece em condições semelhantes com a do eclipse total, com a única diferença de que a Lua deve estar no ponto mais distante de sua órbita em torno da Terra. Dessa forma, no eclipse solar anular, a Lua bloqueia a região central do disco solar, mas um anel solar fica visível em torno dela mesma.
Tipos de eclipses solares: como o Sol e a Lua são vistos durante um eclipse solar parcial, anular e total.
Fonte: https://www.timeanddate.com
No Brasil, o eclipse do dia 21 será melhor observado nas regiões norte e nordeste (o norte do nordeste, mais especificamente). Quanto mais ao norte, melhor. Isto é, os macapaenses estão em posição privilegiada em relação aos outros brasileiros para observação deste eclipse.
Em Macapá, o eclipse parcial do Sol inicia às 16h9min e termina às 18h3min, sendo que o máximo do eclipse será às 17h9min, em horário local. A previsão é de que a Lua bloqueie aproximadamente 50% do disco solar.
Entre as capitais brasileiras, o eclipse não será visto em Vitória, Cuiabá, Campo Grande, Belo Horizonte, Curitiba, Rio de Janeiro, Porto Alegre, Florianópolis e São Paulo.
A animação a seguir mostra as regiões onde o eclipse será visto. A sombra maior mostra onde o eclipse parcial poderá ser visto, e o ponto preto no centro da sombra mostra onde a totalidade do eclipse solar poderá ser vista. O horário destacado é a hora universal (UTC).
Animação mostra a trajetória do eclipse solar de 21 de agosto de 2017.
Todo eclipse, seja solar ou lunar, é um fenômeno que atrai bastante atenção, pois não é comum se repetir em períodos relativamente curtos de tempo. Portanto, programe-se com sua família e amigos para observar este belo eclipse do dia 21 de agosto. Lembre-se que Macapá está em posição privilegiada para este dia.
Simulação do eclipse solar de 21 de agosto de 2017 durante o máximo. A Lua bloqueia 50% do disco solar.
Fonte: https://www.timeanddate.com
O próximo eclipse solar visível em Macapá ocorrerá somente em outubro de 2023.

Tabela de eclipses solares visíveis em Macapá durante o século XXI
Fonte: NASA
Segurança para observação
Embora seja empolgante, é importante ter alguns cuidados para observar um eclipse solar, pois o contato dos olhos com raios solares pode provocar danos irreversíveis à visão. A seguir, veja algumas dicas para uma observação segura a seguir.
Não olhe diretamente para o Sol e nunca use os seguintes materiais como proteção ocular ao visualizar o Sol: telescópios, binóculos, câmeras sem filtros de Sol especiais, óculos de sol de qualquer tipo – mesmo que você use vários pares juntos, filme colorido, filme de radiografia médica, vidro defumado e disquetes.
Objetos que não devem ser usados para observar o eclipse.
Fonte: https://www.timeanddate.com
O método mais seguro é utilizar um projetor que permite que você visualize o Sol sem olhar diretamente para ele. É fácil de fazer um usando itens domésticos comuns, como uma peça sólida com um furo (papel cartão, compensado, etc.) ou um binóculo com a ocular apontada para um anteparo (nunca olhe diretamente na ocular com o binóculo apontado para o Sol).
Método de projeção para visualizar um eclipse solar.
Fonte: https://www.timeanddate.com
Se você preferir ver o Sol diretamente, use óculos de eclipse ou outro tipo de filtro solar aprovado. Rachaduras ou arranhões podem tornar os filtros inseguros para usar, então certifique-se sempre se eles estão intactos.
Instrumentos ópticos adequados para observação solar.
Fonte: https://www.timeanddate.com/eclipse/solar-eclipse.html
Atente para as dicas de segurança e aproveite o eclipse!

1º Observando no Meio do Mundo de 2017

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Chegamos ao segundo semestre do ano, e com ele retomamos as sessões de observação com telescópios - o nosso Observando no Meio do Mundo, neste sábado, 1° de julho, das 19h às 21h, no Parque do Forte (área próxima ao Banco do Brasil).

Nossos telescópios estarão apontados para a Lua e Júpiter. Durante a sessão, os membros do clube também falarão sobre as constelações visíveis na noite e curiosidades sobre Astronomia.

Essa programação é alusiva ao Asteroid Day, uma campanha de sensibilização criada divulgar e alertar a população mundial para o perigo da queda de asteroides no planeta Terra. Então, durante o evento os membros do clube também farão intervenções chamando atenção do público para este tema.

A programação é gratuita e para todas idades. Compareça, leve a família e convide os amigos!

Evento: Observando no Meio do Mundo
Data: 01/07/2017
Horário: das 19h às 21h
Local: Parque do Forte (área próxima ao Banco do Brasil)

Campanha para a Exposição Semana Valentina - Mulheres na Astronomia

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O Clube de Astronomia do Amapá Mirzam é uma instituição sem fins lucrativos e toda atividade promovida pelo clube é patrocinada pelos próprios membros. Mas gostaríamos de contar com a sua ajuda para apresentarmos a Exposição Semana Valentina - Mulheres na Astronomia.

Esta exposição é uma iniciativa da Liga Nordestina de Astronomia (LINNEA), composta por 22 painéis (tamanho A3) sobre grandes mulheres astrônomas e astronautas.

A Semana Valentina também é uma homenagem às mulheres de todo o mundo. Esperamos que tal exposição incentive o futuro surgimento de novas astrônomas e astronautas do sexo feminino. Para contribuir, acesse o link: https://www.vakinha.com.br/vaquinha/exposicao-semana-valentina-mulheres-na-astronomia.

Para atingirmos o nosso objetivo, além de sua colaboração financeira, pedimos que você compartilhe esta campanha com seus amigos e familiares em suas redes sociais. Toda ajuda é válida. Céus limpos!

Mirzam comemora aniversário com palestra sobre Missão Garatéa

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Quem nunca sonhou com uma viagem à Lua? Nós sonhamos. Agora um grupo de cientistas e estudantes vão realizar a primeira missão lunar brasileira: Missão Garatéa! E para comemorar os 4 anos do Clube Mirzam e iniciar nossas palestras de 2017, este evento será debatido por João Victor Prado no dia 11 de fevereiro, às 19h, no Curso Lógico, com o tema "Missão Lunar Brasileira e Perspectivas da Engenharia Aeroespacial no Brasil".

Garatéa, do tupi-guarani, significa “busca-vidas”, reflete o principal objetivo da missão: investigar a origem da vida em nosso planeta e descobrir se ela pode existir em outras partes do espaço.

Para cumprir o objetivo, está sendo construído um satélite de pequeno porte, baseado nas mais modernas inovações tecnológicas, capaz de executar experimentos que testarão a capacidade de organismos vivos sobreviverem a viagens espaciais de longa duração. A missão nos ajudará a aprender mais sobre nós mesmos, nossas origens e o Universo lá fora.

João Victor é amapaense, estudante de Engenharia Elétrica da USP e faz parte do Grupo Zenith Aerospace, um dos grupos de pesquisa envolvidos na missão.

A palestra será gratuita. Clique aqui para fazer sua inscrição.
Serviço

Evento: Palestra "Missão Lunar Brasileira e Perspectivas da Engenharia Aeroespacial no Brasil" 
Palestrante: João Victor Prado
Data: 11/02/2017
Hora: 19h
Local: Curso Lógico
Av. Hamilton Silva, 1065, Centro - Macapá.

Garatéa: O Brasil vai à Lua

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Quem nunca sonhou com uma viagem à Lua? Agora será realizada a primeira missão lunar brasileira. Ela nos ajudará a aprender mais sobre nós mesmos, nossas origens e o Universo lá fora.

Garatéa, do tupi-guarani, significa “busca-vidas” e reflete o principal objetivo da missão: investigar a origem da vida em nosso planeta e descobrir se ela pode existir em outras partes do espaço.

Para cumpri-lo, está sendo construído um satélite de pequeno porte, baseado nas mais modernas inovações tecnológicas, capaz de executar experimentos que testarão a capacidade de organismos vivos sobreviverem a viagens espaciais de longa duração.

O lançamento está previsto para 2020.

Para saber mais, clique aqui e acesse o site oficial da missão.

Concurso de Desenhos Astronomia em Mãos

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As inscrições para participar do Concurso de Desenhos do Astronomia em Mãos já estão abertas! Se você ainda não começou o seu desenho, mãos à obra! Mas não perca o prazo! Você pode participar até o dia 15 de fevereiro. Lembramos que todos os desenhos relacionados ao tema astronomia/astronáutica são aceitos. Você pode participar enviando até dois desenhos. Mas atenção, eles precisam ser originais e de sua autoria. Nesta edição, apenas desenhos feitos à mão poderão participar!
Clique aqui para acessar o site do concurso.

Sobre o concurso
O Concurso de Desenhos Astronomia em Mãos é uma realização do projeto de divulgação científica Astronomia em Mãos e tem como intuito despertar o interesse dos brasileiros pela astronomia e ciências afins, incentivar a observação e estudo do céu e contribuir para a divulgação deste tema no país utilizando a arte!

​Em 2017 será realizada a primeira edição do Concurso de Desenhos Astronomia em Mãos, aberto para todos os públicos. Portanto, se você é professor, não deixe de entrar em contato e incentivar a participação de seus alunos. E se você já está na universidade, ou já não estuda mais, não deixe de participar também! Você não precisa ser um desenhista profissional, basta ter criatividade e paixão pelas estrelas! O que está esperando para começar seu desenho?

Nasa anuncia novas missões para visitar asteroides de Júpiter e astro metálico na próxima década

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Por Salvador Nogueira

(Mensageiro Sideral - Folha de S. Paulo) A Nasa anunciou nesta quarta-feira (4) a seleção de mais duas missões para a próxima década, e a palavra-chave é: asteroides. Uma delas, a ser lançada em 2021, visitará os asteroides troianos, mantidos onde estão pela poderosa gravidade de Júpiter. Já a outra, partindo em 2023, fará a primeira visita a um bizarro asteroide metálico que possivelmente já fez parte de um núcleo de planeta, durante a formação do Sistema Solar.

“Essas missões ajudarão a aprender sobre a infância do nosso Sistema Solar, apenas 10 milhões de anos após o nascimento do nosso Sol”, disse Jim Green, diretor da ciência planetária da Nasa.



As seleções fazem parte do programa Discovery, que envolve projetos espaciais de custo mais modesto — a operação inteira, da construção da espaçonave ao fim da missão, passando pelo lançamento, não pode custar mais que US$ 450 milhões.

A iniciativa já serviu de plataforma para diversas sondas famosas, como a Messenger (ao planeta Mercúrio), a Dawn (ao asteroide Vesta e ao planeta anão Ceres) e o telescópio espacial Kepler (caçador de exoplanetas). Seu próximo lançamento é o pousador InSight, destinado a Marte. Originalmente seu voo deveria ter acontecido no ano passado, mas, por problemas com seu desenvolvimento, o lançamento ficou para a próxima janela marciana, em 2018.

Por conta desse atraso, especulava-se que a Nasa escolhesse apenas uma missão para o Discovery neste ano, mas a agência decidiu apostar em duas de uma vez.

LUCY
A primeira das missões a voar, com decolagem em 2021, recebeu o nome do famoso fóssil australopiteco que ajudou a esclarecer as origens da linhagem evolutiva humana porque ela pretende fazer o mesmo pelas origens do Sistema Solar.

Arte mostra a espaçonave Lucy e o fóssil que lhe inspirou o nome. (Crédito: SWRI)
Seu objetivo primordial é visitar os asteroides troianos, assim chamados por que parecem sempre estar à espreita de Júpiter, acompanhando-o em sua órbita ao redor do Sol.
Em realidade, são objetos remanescentes da formação planetária que acabaram capturados num equilíbrio delicado entre a gravidade do Sol e de Júpiter, nos dois pontos de libração localizados na órbita do planeta.
Um dos charmes da missão é sua riqueza de alvos. Ela primeiro faria um sobrevoo de um asteroide do cinturão principal, o 1981 EQ1, em 2025, e depois visitaria quatro troianos no ponto de libração que antecede Júpiter, entre 2027 e 2028. Por fim se deslocaria até o ponto de libração que sucede Júpiter e visitaria um troiano binário, em 2033.
Com tantos objetos de diferentes tipos, a missão promete revelar a variedade entre os tijolos formadores que deram origem aos planetas, há 4,6 bilhões de anos. É quase certo que os troianos de Júpiter são compostos tanto por asteroides originários das regiões mais internas do sistema quanto por objetos mais distantes, como cometas ou até mesmo objetos do cinturão de Kuiper. Ou seja, um prato cheio.
Concepção artística dos troianos nos pontos L4 e L5 Sol-Júpiter. (Crédito: Nasa)
PSYCHE
A segunda missão selecionada pela Nasa é destinada ao asteroide de mesmo nome, o 16 Psique. Um dos primeiros a serem descobertos no cinturão entre Marte e Júpiter, ele tem uma peculiaridade que o torna especial: é um bloco metálico de 210 quilômetros de diâmetro, composto de ferro e níquel.
Concepção artística do misterioso asteroide metálico Psique (Crédito: ASU)
Por si só, ele já seria um objeto estranhíssimo, que merece investigação. Mas a desconfiança dos cientistas é que sua origem conte uma história ainda mais dramática: ele deve ter feito parte do núcleo de um protoplaneta - talvez tão grande quanto Marte -, que foi destruído nas colisões violentas que marcaram as origens dos planetas.

“O Psique é o único objeto conhecido de seu tipo no Sistema Solar, e este será o único modo de visitar um núcleo planetário”, diz Lindy Elkins-Tanton, pesquisadora da Universidade Estadual do Arizona que chefia a missão.

O lançamento deve acontecer em 2023 e a chegada a Psique, que orbita três vezes mais distante do Sol que a Terra, deve ocorrer em 2030.

Palestra: O contexto histórico da corrida espacial

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Imagem: Folha da Ciência 
Como parte da programação do II Ciclo de História da Ciência, acontece nesta quarta-feira, 04/01, às 18h, no Campus I da Universidade Estadual do Amapá (Ueap), a palestra intitulada "O contexto histórico da corrida espacial", ministrada pelo Prof. Cássio Renato dos Santos, do Clube Astronomia do Amapá Mirzam e da rede privada de ensino.

A corrida espacial foi a disputa entre a extinta União Soviética (URSS) e Estados Unidos que se deu durante o período da Guerra Fria, na segunda metade do século XX. Naquela época, o mundo assistia uma acirrada disputa entre as duas superpotências que protagonizavam polarização Capitalismo x Comunismo.

Na palestra será dado destaque aos principais acontecimentos científicos e políticos que influenciaram de forma direta a disputa entre as duas superpotências da época e o modo de vida da população mundial. Isto é, paralelamente aos acontecimentos da corrida espacial, também será apresentado o que se passava no mundo e como a sociedade reagia aos noticiários, assim como a forma que o cinema com Charles Chaplin, a série de filmes "007" e músicos como Os Beatles retratavam aquele período que influenciou diretamente o modo de vida atual com os grandes avanços científicos e tecnológicos daquela época.

Para participar, inscreva-se através do link:

Ano Novo: atualize seu calendário astronômico

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Olá amigos! Todos bem depois das comemorações de Ano Novo? Esperamos que sim.☺
Informamos que hoje, 02/01, inicia oficialmente o calendário astronômico de 2017 com Vênus, a Lua Crescente e Marte em conjunção presentes no céu.
Aproveitamos a oportunidade para agradecer aos que compareceram e colaboraram em nossos eventos no ano de 2016 e também desejar um novo ciclo de 365 dias de muitas conquistas. Em breve divulgaremos mais programações do Clube.

Revista Galileu de dezembro de 2016 - Guia básico da Astronomia Amadora

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Colaboração: Micena Furtado
No dia 20 de dezembro de 2016 completou 20 anos que o mundo perdeu um dos grandes nomes da Astronomia, Carl Sagan; porém, ele ficou imortalizado pela qualidade dos diversos projetos que desenvolveu durante sua vida.
Diante desta data marcante, a Revista Galileu lançou na edição de dezembro de 2016, como matéria de capa, um “Guia básico da Astronomia Amadora”; que se divide em três partes: 1) Sagan eterno - A matéria começa mostrando o caminho traçado por Sagan, inclusive com uma linha do tempo de sua vida, até a conclusão de importantes trabalhos, como a série Cosmos e o disco dourado lançado em 1977 nas duas sondas Voyager. Esta primeira parte conta ainda com entrevistas com os filhos Nick Sagan e Sasha Sagan; 2) Guia da Astronomia Amadora - na sequência, tem-se a relação de 20 importantes dicas para inserir-se no mundo amador da Astronomia, onde destacam-se sugestões sobre binóculos e telescópios e um kit básico de Astrofotografia. Na dica n°16 “Visite Observatórios & Planetários” tem-se uma relação com endereços, horários e valores de entrada nestes Centros, dentre os quais cita-se o Planetário móvel Maywaka, no Amapá; 3) Astrofotografia - O artigo é finalizado com o relato e dicas do astrofotógrafo brasileiro Kiko Fairbain, para aqueles que desejam aventurar-se por este mundo fascinante. Esta parte conta ainda com diversas astrofotografias feitas por Fairbain.
O Clube de Astronomia Mirzan indica a aquisição desta edição da Revista Galileu e leitura integral da matéria de capa, tanto para o enriquecimento dos conhecimentos da Astronomia e sua história quanto para relembrar a importante figura de Carl Sagan para a popularização da ciência.

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